Você acha que Magé pode evoluir com os representantes que colocamos na Câmara Municipal que só legislam em causa própria?

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

TRAMPOLIM ELEITORAL

Estamos a menos de onze meses das eleições de 2010, e os sinais disso são gritantes.
Começaram a aparecer vários salvadores da pátria, verdadeiros hérois desinteressados, querendo apenas ajudar o povo.
Surgem de outros municípios e juram que são do seu município desde que nasceram, uns já tem mandato, outros querem conquistar uma boquinha seja na câmara estadual ou federal.Para esses que já tem mandato verifique o que fizeram pelo seu município ou distrito no passado, se realmente demonstraram preocupação com o bem estar da população local.Quanto aos futuros candidatos que ainda não tem mandato, investinguem quem são eles, o que representaram no cenário municipal, estadual ou federal, e com base nisso reflitam se são dignos de confiança.

Dinheiro para a educação de Magé

O município recebeu mais uma parcela do Programa Dinheiro Direto
na Escola e outra do Fundeb
Três dias após a revelação de que Magé recebeu este ano mais recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que Campos e Niterói, cidades com maior número de habitantes, o município recebeu mais do um repasse do PDDE, uma parcela de R$ 197.966,30, que elevou o repasse para R$ 2.686,498,71. De acordo com o Portal da Transparência, Campos e Niterói – que tem cerca de 500 mil habitantes, contra os quase 300 mil de Magé – também receberam repasses na semana passada, mas ainda assim continuam na desvantagem. Campos, que até o dia 4 tinha recebido R$ 383.418.14, recebeu mais R$ 336.943,30 e Niterói mais R$ 412.401,00.
Ainda na semana passada o município de Magé recebeu mais R$ 490.983,06 do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), aumentando o repasse para R$ 5.111.116,96 desse programa.
Segundo o Ministério da Educação, tanto os valores do PDDE como do Fundeb são definidos pelo número de alunos verificado no censo escolar. O dinheiro do PDDE é repassado para as unidades de ensino e os valores correspondem ao número de alunos matriculados em cada unidade de ensino.
Até o ano passado o programa abrangia apenas o ensino fundamental, mas foi ampliado para a educação básica, beneficiando escolas de ensino médio e educação infantil.
Capitais recebem bem menos
Segundo os dados registrados pelo governo federal no Portal da Transparência pelo menos quatro capitais brasileiras receberam este ano menos dinheiro do PDDE que Magé. Aracaju, capital de Sergipe, por exemplo, têm, segundo estimativa do IBGE, 520 mil habitantes e recebeu apenas R$ 599.623,90 do PDDE, cinco vezes menos que Magé, mas tem números ainda mais conflitantes: João Pessoa, capital da Paraíba, com o dobro da população de Magé, ganhou somente R$ 7.987,20 do Programa Dinheiro Direto na Escola. Palmas, capital do Tocantins, recebeu R$ 894.013,00 e a capital capixaba, Vitória, R$ 1.918.748,15.
Censo escolar será investigado
Os conflitos entre número de habitantes e o volume de repasse dos Programa Dinheiro Direto na Escola estão virando inquéritos civis públicos em várias cidades e no estado do Abre a Procuradoria da República está investigando o caso semelhante ao verificada do município de Magé, que, em relação ao valor recebido em 2008 teve uma aumento de quase 300% nos recursos do PDDE.
De acordo com a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Rio Branco, a capital acreana tem cerca de 300 mil habitantes (mesma estimativa de Magé) e recebeu, até a semana passada, R$ 2.886,274,16, um pouco mais que Magé. O Ministério Público Federal está de olho no PDDE destinado a Rio Branco desde o ano passado, quando a capital do Acre recebeu 2.052.060,52. Os recursos do Fundeb também estão sendo questionados, pois em 2008 Rio Branco recebeu R$ 18.952.265,48 e este ano, até a última sexta-feira, chegaram ao total de R$ 24.128.453,64(Fonte: elizeupires.blogspot.com)

Instalação de Complexo Petroquímico gera novos negócios

As oportunidades de negócio no setor de turismo, com a instalação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) serão apresentadas, em quatro seminários temáticos. O primeiro deles será realizado nesta sexta-feira (6) no município de Casimiro de Abreu.Os demais estão programados para os dias 10, 24 e 25 de novembro, respectivamente, em Niterói, Cachoeiras de Macacu e Tanguá. A iniciativa é do Sebrae/RJ em parceria com as prefeituras de Niterói, Tanguá, Cachoeiras de Macacu, Casemiro de Abreu e a TurisRio.Os seminários são compostos por duas palestras. Na primeira, Arnaldo Farias, ex-prefeito de Cabaceiras (PB) por dois mandatos, abordará os cenários e tendências para o turismo. Farias mostrará as iniciativas no setor aplicadas em sua cidade, conhecida como 'Roliúde Nordestina', que o levaram a ser Prefeito Empreendedor da Região Nordeste, em 2004. Já a segunda palestra, que será sobre o empreendedorismo no turismo, será adequada ao perfil de cada município.Para realização desses seminários, o Sebrae/RJ está mobilizando empresários, empreendedores, representantes do setor público e do trade turístico local.TransformaçãoO perfil socioeconômico de Itaboraí e municípios adjacentes passará por uma grande transformação graças à instalação do Comperj, projeto da Petrobras cujos investimentos superam os US$ 8,4 bilhões. Estima-se que o Complexo vai gerar mais de 200 mil empregos diretos e indiretos, durante os cinco anos da obra e após a entrada em operação, todos em escala nacional, além de uma economia para o país de mais de US$ 2 bilhões por ano em divisas.Previsto para entrar em operação em 2012, terá capacidade para processar 150 mil barris por dia de óleo pesado e aumentará a capacidade nacional de refino de petróleo com consequente redução da importação de derivados, como a nafta, e de produtos petroquímicos.Muitas indústrias que fazem parte da cadeia produtiva petroquímica deverão ser atraídas pelo Complexo e poderão se instalar nos municípios vizinhos e ao longo do Arco Rodoviário, que ligará Itaboraí ao Porto de Itaguaí. Para atender a essa demanda, a Petrobras, em parceria com as prefeituras, desenvolveu o Centro de Integração do Comperj com atuação em todos os municípios do entorno do Complexo: Itaboraí, São Gonçalo, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Niterói, Maricá, Magé, Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá.O Comperj deverá gerar, ainda, oportunidades de investimentos para fornecedores de bens e serviços para o Complexo e para empresas associadas, como construção civil, marcenaria, armazenagem e manuseio de carga, pintura e jateamento industrial, fibra de vidro, manutenção industrial, metal-mecânica, inspeções de equipamentos, locação de andaimes e containers, confecções, alimentação, hotelaria, segurança patrimonial, serviço de limpeza, aluguel de veículos, aluguel de máquinas especializadas, serviço de descarte de resíduos e serviço de reprografia. As oportunidades não param por aí. Empresas relacionadas às matérias-primas que serão utilizadas pelo Comperj também terão vez, principalmente as do setor plástico, como as de fabricação de laminados planos e tubulares, de embalagens e de artefatos diversos do material.(Fonte: administradores.com.br)